O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), por meio da 9ª Promotoria de Justiça de Natal, recomendou à Fundação Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (FUERN) que adeque seus editais de concurso público às normas que garantem a reserva de vagas para pessoas com deficiência. A publicação foi feita no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (30) e fixa prazo de 20 dias para que sejam informadas as providências adotadas.
A recomendação visa assegurar que os editais, tanto os que estão com inscrições abertas ou em andamento quanto os que serão elaborados futuramente, reservem o percentual mínimo de 10% das vagas para pessoas com deficiência, com garantia de pelo menos uma vaga. Os quantitativos atendem o previsto na Lei Complementar nº 122 de 1994, recentemente alterada pela Lei Complementar nº 754 de 2024.
A recomendação solicita ainda que a FUERN adote medidas para facilitar a inscrição e o acesso às informações dos candidatos com deficiência, especificando as atividades de cada cargo. A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) também respalda a recomendação, ao estabelecer o direito à igualdade de oportunidades e proibir qualquer forma de discriminação. O não acatamento da recomendação implica em risco de medidas administrativas e judiciais cabíveis.
Canal do CONCURSOS RN no WhatsApp: entre no canal e receba as principais notícias do dia.
Clique na imagem abaixo e conheça o material.

MPRN
Leia também –
- Concurso INSS 2026: MGI estuda nova autorização até julho; pedido do instituto contempla 10 mil vagas.
- Concurso público DPE PB tem banca organizadora definida para edital da área de apoio.
- Concurso público Polícia Penal RN: publicado edital com 260 vagas e remuneração de até R$ 5.681,78.
- Concurso educação RN: justiça manda reinserir candidato pardo em cotas raciais.
- Prefeitura de Maxaranguape – RN divulga processo seletivo com 186 vagas.






1 comentário em “Concursos públicos UERN: Ministério Público recomenda adequação de editais para reserva de vagas.”
Provavelmente as cotas raciais não foram esquecidas no edital.