Concurso público Correios: novo presidente pode acelerar nomeações.

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A esperança pelo início das nomeações do concurso Correios ganha força com a recente indicação de um novo presidente para a estatal. Emmanoel Schmidt Rondon, funcionário de carreira do Banco do Brasil (BB), foi o nome indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para assumir o comando da empresa. 

Sua chegada gera expectativas, especialmente em relação ao destravamento das convocações, que seguem paralisadas em meio a uma grave crise financeira.

O novo presidente assume uma das empresas estatais com o pior déficit do país. Os Correios fecharam o primeiro semestre deste ano com um prejuízo de R$4,37 bilhões, um resultado negativo que aprofunda a crise e justifica a busca por um perfil técnico para reverter o cenário.

A escolha de Rondon, que tem mais de 25 anos de experiência no setor financeiro, é vista como um movimento estratégico do governo para recuperar a saúde financeira da estatal. 

Formado em Economia, o executivo acumulou experiência em áreas como Gestão Estratégica, Governança e Eficiência Operacional no Banco do Brasil. 

A indicação foi recebida como uma decisão técnica, com o aval do ministro da Casa Civil, Rui Costa.

A ligação de Emmanoel Schmidt Rondon com o Banco do Brasil é o principal ponto que anima os concurseiros.

Em seu perfil do Linkedin, ele afirma que já passou pelos cargos de analista, assessor sênior e gerente no Banco do Brasil, quando chegou a assumir a Gerência Executiva.

A instituição bancária é conhecida por ter uma política de convocações que frequentemente chama todos os aprovados em concursos, incluindo o cadastro de reserva.

No último concurso, cuja validade expirou em 14 de julho, o Banco do Brasil chamou todos os 6.525 aprovados para os cargos de agente comercial (escriturário) e agente de tecnologia (escriturário da área de TI).

Apesar das situações financeiras bem distintas entre as duas estatais, a expertise de Rondon em uma empresa que valoriza o ingresso de novos funcionários via concurso público pode influenciar a nova gestão dos Correios. 

A expectativa é que ele traga a visão de que a recomposição do quadro de pessoal é essencial para a saúde operacional da estatal.

Vale lembrar que o ex-presidente da estatal, Fabiano Silva dos Santos, entregou em julho uma carta de renúncia ao Palácio do Planalto.

Ele permaneceu no cargo aguardando uma definição do governo, que anunciou a nova presidência dois meses após sua saída.

Durante sua gestão, Fabiano foi responsável pela realização de dois concursos nos Correios:

  • área Operacional: para os cargos de carteiro (nível médio) e analista (nível superior); e
  • SESMT: para cargos de níveis médio/técnico e superior.




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